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Em novembro, dias 8 a 10, ocorrerá em São Paulo a conferência e workshop internacional The Customer Show Brasil 2011. A Marketdata é patrocinadora 'master' do evento, que discutirá as habilidades e conhecimento necessários em CRM, social media, business intelligence, e tecnologia, para adquirir e reter uma base fiel de clientes para ampliar o ROI de forma sustentável. Quatro dos executivos da Marketdata atuarão como palestrantes e líderes de painéis de discussão: Rubens Stephan (com a keynote presentation "Developing long-term relationships with Brazilian customers"), Christiano Ranoya (Painel "Defining Loyalty and distinguishing between loyalty models"), David Whittaker (Painel "Effective loyalty strategies for luxury brands") e Marcelo Sousa (Painel: "Providing customer service through multiple channels"). Participarão também como palestrantes da The Customer Show: Eduardo de Almeida Carneiro, Presidente da AACD Voluntário; Fabiano Gomes, Market Intelligence & CRM Manager das Lojas Renner; Rogério Bruxelas, Marketing Manager do Magazine Luiza; Carlos Frederico Conte Beia, CRM Manager do Banco BMG; Milton Bonservizzi, Diretor de Marketing da CTBC, dentre outros experts do mercado brasileiro e internacional.
Trata-se de uma empresa de origem brasileira, com presença em vários países. Atua nos segmentos de perfumaria, higiene pessoal e maquiagem, trabalhando com lojas próprias e com colaboradoras e revendedoras. Há vários anos a MarketData atua em parceria prestando serviços de gestão de banco de dados com o objetivo de gerenciar as informações sobre as colaboradoras, revendedoras e força de vendas. Focados em criar uma fonte rica de conhecimento para apoiar as decisões de marketing e de ...
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Trata-se de uma empresa de origem brasileira, com presença em vários países. Atua nos segmentos de perfumaria, higiene pessoal e maquiagem, trabalhando com lojas próprias e com colaboradoras e revendedoras. Há vários anos a MarketData atua em parceria prestando serviços de gestão de banco de dados com o objetivo de gerenciar as informações sobre as colaboradoras, revendedoras e força de vendas. Focados em criar uma fonte rica de conhecimento para apoiar as decisões de marketing e de relacionamento com este público, a MarketData criou portais analíticos, que possibilitam com que os gestores acompanhem a performance de vendas e comportamento dos representantes, além de oferecer a flexibilidade de criação de visões específicas com os dados disponíveis. Estudos mais profundos são realizados por uma equipe de estatísticos que atendem às demandas pontuais dos gestores. A partir do conhecimento gerado, são realizadas campanhas de incentivo e reconhecimento - várias vezes premiadas - suportados pelos portais da MarketData, que possibilitam também a geração de listas e controle.
No ano de 2010, a previsão de vendas de televisores, estimulada pela Copa do Mundo da África do Sul, era de 12 milhões de unidades em todo país, contra 9 milhões em 2009 (aumento de 30%), segundo a Eletros, Associação Nacional de fabricantes de produtos eletroeletrônicos. Com este cenário altamente competitivo, a empresa solicitou à MarketData o desenvolvimento de um Modelo de Propensão à Compra de TV para ser aplicado sobre sua base de clientes. Este Modelo foi utilizado para uma ação de ...
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Case Premiado ABEMD - Ouro.
No ano de 2010, a previsão de vendas de televisores, estimulada pela Copa do Mundo da África do Sul, era de 12 milhões de unidades em todo país, contra 9 milhões em 2009 (aumento de 30%), segundo a Eletros, Associação Nacional de fabricantes de produtos eletroeletrônicos. Com este cenário altamente competitivo, a empresa solicitou à MarketData o desenvolvimento de um Modelo de Propensão à Compra de TV para ser aplicado sobre sua base de clientes. Este Modelo foi utilizado para uma ação de Mala Direta, com foco na venda de TVs para o período da Copa do Mundo. A ação foi batizada internamente de "High Definition Segmentation". Com base no aparelho que cada cliente havia comprado anteriormente, foram utilizadas regras de negócios para definir a TV a ser ofertada, bem como a comunicação a ser adotada (por exemplo, Troque sua TV por uma de qualidade superior, ou Aumente o tamanho de sua TV atual). Resultados obtidos:  Resultado sobre os clientes abordados: 16,0% (isto representou uma melhoria de 35% sobre o retorno obtido com uma base comparável de controle).  O retorno sobre o investimento (ROI) nesta ação foi superior a 30 vezes (para cada R$1 investido, a ação proporcionou mais de R$30 de retorno).
Há exemplos de sucesso em praticamente todos os ramos de atividade comercial. Mesmo quando se trata de negócios bem diversos, um programa de recompensas pode ser o "fator de desempate", ou seja, a diferença que leva o consumidor a permanecer (ou não) com a empresa. Os programas de Pontos & Recompensas são especialmente importantes quando:  As companhias comercializam produtos ou serviços que têm ciclos de compra frequentes e repetidos, voltados a clientes que têm um consumo continuado....
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Há exemplos de sucesso em praticamente todos os ramos de atividade comercial. Mesmo quando se trata de negócios bem diversos, um programa de recompensas pode ser o "fator de desempate", ou seja, a diferença que leva o consumidor a permanecer (ou não) com a empresa. Os programas de Pontos & Recompensas são especialmente importantes quando:  As companhias comercializam produtos ou serviços que têm ciclos de compra frequentes e repetidos, voltados a clientes que têm um consumo continuado.  Os clientes percebem pouca diferenciação entre os produtos de uma empresa frente a seus concorrentes.  Consumidores enxergam os prêmios e as recompensas como valiosos, a ponto de justificar mudanças de comportamento rumo à compra repetida.  Criam-se oportunidades e motivos para que a companhia faça contato com os consumidores em bases contínuas, de modo a construir uma relação de longo prazo.  A empresa tem, e dedica, recursos adequados (operação e gestão, prêmios e recompensas, fulfillment, comunicações promocionais e de relacionamento etc.) para que o programa tenha êxito. A Marketdata G2 tem experiência comprovada em planejamento, desenvolvimento e administração de programas de Loyalty baseados em Pontos & Recompensas. Programas dessa natureza exigem equilíbrio criterioso entre vários elementos fundamentais, como estratégia, tecnologia, criatividade e processo. Temos, na Marketdata G2, o domínio desse delicado equilíbrio.
Há alguma coisa errada com o atendimento que nós, clientes, recebemos da maior parte das empresas. Bancos e cartões de crédito certamente não são exceção. Para ser justo logo ao princípio desta matéria, é preciso reconhecer que este mal não é uma exclusividade das empresas brasileiras: pesquisa recente publicada pela revista norte-americana DIRECT aponta que quase dois terços da população pesquisada lá (63%) qualifica de ruim, ou, no máximo aceitável, a qualidade dos serviços a clientes nas ...
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Rubens Stephan, presidente da Marketdata Global Consulting para a América Latina.
Há alguma coisa errada com o atendimento que nós, clientes, recebemos da maior parte das empresas. Bancos e cartões de crédito certamente não são exceção. Para ser justo logo ao princípio desta matéria, é preciso reconhecer que este mal não é uma exclusividade das empresas brasileiras: pesquisa recente publicada pela revista norte-americana DIRECT aponta que quase dois terços da população pesquisada lá (63%) qualifica de ruim, ou, no máximo aceitável, a qualidade dos serviços a clientes nas empresas. Desses, 83% desenvolveram uma percepção negativa daquelas empresas, sugerindo que atendimento deficiente tem direta correlação com queda nos resultados. A pesquisa prossegue: 77% daqueles descontentes declaram que não recomendariam a firma a parentes e amigos; e 72% ficaram tão aborrecidos que provavelmente não farão negócios novamente com aquelas empresas. Não é um quadro bonito. Não tenho ideia de quanto tempo e quanta energia desperdiçamos a cada ano tentando obter informações, solicitar serviços ou resolver problemas, lidando diretamente com o Atendimento a Clientes das empresas. Mas uma coisa é certa: todos temos dúzias de histórias frustrantes para contar. "Para abrir uma conta corrente, disque 1; para solicitar a segunda via de sua senha, disque 2...". Há algo mais irritante que "conversar" com uma máquina? A piada inevitável: "Para cancelar seu cartão, digite 904781369735234098156387665130980182682947562459913". Enquanto isto, em uma aparente contradição, o mercado de tecnologia para CRM continua a florescer. Tenho uma explicação. Uma empresa pode decidir por investir em CRM por uma variedade de razões, mas estas acabam sempre girando em torno de três grandes categorias. A primeira destas, que preserva grande atratividade desde as iniciativas pioneiras nesta área, é o aumento de receita, que pode ser alcançado através da melhor prospecção, da conquista de maior quantidade de novos clientes, de maiores vendas aos clientes existentes, ou da maior retenção dos clientes lucrativos. A segunda categoria de "razões" que justificam investimentos em CRM está centrada na redução dos custos de interação com clientes, seja dos pontos de contato, seja dos processos, ou dos canais de vendas. Isto pode significar reduzir os custos de qualificação de leads, ampliar a eficiência das visitas da força de vendas, reduzir o tempo de atendimento no contact-center, melhorar a eficiência de campanhas de marketing direto, etc. A terceira grande categoria, valor para o cliente, é apontada por alguns autores como a real origem do movimento de relacionamento com ...
Por que optar pelo "prato feito" quando você pode escolher entre as opções que mais lhe agradam? Por que alguém compraria um produto padronizado se pudesse obter um sob medida para atender suas preferências individuais? Uma das premissas do marketing de relacionamento é reconhecer as diferenças entre cada cliente, para tratá-los de forma individual, exclusiva e relevante. Se uma empresa pode "ajustar" sua oferta de maneira a atingir precisamente as necessidades e os desejos de cada um, ...
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Por Rubens Stephan, presidente da Marketdata Solutions para a América Latina.
Por que optar pelo "prato feito" quando você pode escolher entre as opções que mais lhe agradam? Por que alguém compraria um produto padronizado se pudesse obter um sob medida para atender suas preferências individuais? Uma das premissas do marketing de relacionamento é reconhecer as diferenças entre cada cliente, para tratá-los de forma individual, exclusiva e relevante. Se uma empresa pode "ajustar" sua oferta de maneira a atingir precisamente as necessidades e os desejos de cada um, então pode construir um excepcional diferencial competitivo. Ajustar significa empacotar uma combinação exclusiva de produtos e serviços, definir preços e tarifas de forma distinta, oferecer canais de contato diferenciados e, naturalmente, utilizar comunicações únicas, mais humanas e exclusivas entre a empresa e seus clientes. Nem todas as empresas têm a mesma flexibilidade para "personalizar" produtos e serviços. Certamente, nas indústrias baseadas em linhas de produção, onde a escala e a produtividade são críticas, a diferenciação é um desafio. Mas há alguns bons e inovadores exemplos. A Nike, por meio do www.niketown.com ou de algumas de suas lojas-conceito, coloca ao alcance de consumidores, dispostos a pagar um sobrepreço e mais uma taxa de entrega, o poder de desenhar seu tênis exclusivo, combinando tamanhos, cores, estilos e detalhes. Mas só está disponível nos EUA, por enquanto como um laboratório. Nos mesmos moldes - o trocadilho foi inevitável -, a Levi's produz jeans sob medida, em estilos exclusivos. A Scania criou um sistema modular de fabricação de caminhões pesados. Juntando peças como se fosse brinquedo Lego, cinco alternativas de cabine, várias opções de motorização, três alternativas de caixa de câmbio, três opções de chassi e vários outros componentes intercambiáveis assegura poder compor até seis milhões de combinações. Há também empresas que já conseguem produzir sob demanda computadores, bicicletas ou mesmo imóveis, que são oferecidos com dezenas de opções de plantas e centenas de escolhas de acabamento. O setor de serviços tem incomparavelmente mais facilidade em criar pacotes específicos para segmentos distintos de clientes. Um supermercado, cujas maiores lojas superam 45 mil produtos, pode identificar incontáveis segmentos de clientes apenas tomando por base a frequência de compra, o tempo decorrido desde a última visita, os produtos consumidos e os não consumidos. Os supermercados Tesco (líderes no Reino Unido e considerados "case" de maior sucesso neste assunto) chega à sofisticação de enviar trimestralmente mais de oito milhões de ...
Escutei há tempos e não sei é verdade, mas faz todo o sentido: um dos fatores que mais impulsionaram o crescimento da rede de lanchonetes McDonald's foi o uso sistemático da perguntinha "Vai uma batatinha pra acompanhar?". A venda de um item complementar ocorre naturalmente, meio por impulso, meio porque se encaixa perfeitamente no perfil do cliente e do momento. E com isso o ticket médio e a lucratividade se multiplicam. Vendedores do varejo conhecem este segredo desde tempos ...
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Escutei há tempos e não sei é verdade, mas faz todo o sentido: um dos fatores que mais impulsionaram o crescimento da rede de lanchonetes McDonald's foi o uso sistemático da perguntinha "Vai uma batatinha pra acompanhar?". A venda de um item complementar ocorre naturalmente, meio por impulso, meio porque se encaixa perfeitamente no perfil do cliente e do momento. E com isso o ticket médio e a lucratividade se multiplicam. Vendedores do varejo conhecem este segredo desde tempos imemoriáveis. O cliente que compra o sofá é o mesmo que compra o tapete e a mesinha. Cross-selling - a prática de vender produtos adicionais para clientes existentes - também não é um conceito novo na indústria financeira. É evidente que a venda de produtos adicionais para os clientes atuais, por exemplo um seguro para o mesmo household que possui um cartão de crédito, pode representar uma grande alavanca de crescimento dos lucros. E é muito mais econômico vender para clientes com quem já mantemos relações, do que caçar novos prospects. Melhor ainda, comprova-se que existe uma correlação direta entre a longevidade de uma relação cliente-empresa (maior retenção) e a quantidade de produtos consumidos. Mas a evolução do cross-selling em nosso setor ainda tem consideráveis oportunidades para melhorias. De fato, acredito que bancos, financeiras, seguradoras e emissoras de cartões não dedicam mais do que uma pequena atenção a esta oportunidade. Os tempos de marketing de massa e de campanhas unidirecionais, usando TV e revistas, fizeram com que a capacidade de perceber a oportunidade e aproveitar o momento para fazer a oferta de um produto complementar, ficasse esquecida. O que até recentemente era tratado apenas como campanhas de telemarketing ou de malas diretas para grupos similares de pessoas, agora deve ser redefinido como a criação de ofertas personalizadas para clientes específicos, enviadas através de variados canais de comunicação, incluindo a web. Quais dos clientes existentes comprarão quais dos nossos produtos e serviços adicionais? A correta "mineração" das montanhas de dados detalhados sobre cada cliente e seus padrões de consumo pode ajudar na identificação de oportunidades. Esta coluna na Cardnews pode não ser o melhor local para discutir técnicas estatísticas, mas creio que vale a pena pelo menos descrever as mais usadas para o cross-selling. Técnicas de Associações identificam o quanto frequentemente certos atributos ocorrem juntos. É, assim, uma ferramenta efetiva para identificar que produtos um consumidor tipicamente combina. Análises de Clusters, ...
Marketing de Relacionamento, apoiado por bancos de dados, é quase sempre associado a grandes quantidades de consumidores finais. Ações de telemarketing e campanhas via mala direta evocam a imagem de produtos e ofertas personalizadas para pessoas e famílias. Mas sua aplicação "empresa a empresa", voltada a impactar uma multiplicidade de usuários, influenciadores e compradores profissionais, ganha importância a cada dia. Esta tendência é particularmente visível no setor financeiro. Até um ...
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Ações B2B ganham importância quando são específicas e relevantes.
Marketing de Relacionamento, apoiado por bancos de dados, é quase sempre associado a grandes quantidades de consumidores finais. Ações de telemarketing e campanhas via mala direta evocam a imagem de produtos e ofertas personalizadas para pessoas e famílias. Mas sua aplicação "empresa a empresa", voltada a impactar uma multiplicidade de usuários, influenciadores e compradores profissionais, ganha importância a cada dia. Esta tendência é particularmente visível no setor financeiro. Até um passado recente, a venda de produtos e serviços corporativos, como empréstimos e financiamentos, investimentos, seguros, cartões, comércio exterior, cash management e outros, exigia uma ampla equipe para encontrar, desenvolver, vender e reter clientes empresariais. As funções da área de marketing estavam restritas a desenvolver propaganda, criar literatura de produtos para apoio a vendas e realizar eventos promocionais. Historicamente a única área de convergência entre vendas e marketing estava ligada aos esforços de "lead-generation" (identificação e primeiros contatos com prospects). O objetivo de marketing era incentivar consultas de prospects e encaminhar essas consultas, ainda que pouco qualificadas, aos canais de vendas. Pouca informação, quase nenhuma, era recebida em retorno, causando uma sensação generalizada nos profissionais de marketing de que os prospects identificados caiam em algo como um buraco negro. A função era puramente de suporte, enquanto o crédito pelos resultados aparecia em outras áreas. O caminho para o atingimento das metas passava por recrutar, treinar e motivar bons profissionais "da linha de frente". Como resultado, as áreas de vendas cresceram com o sentimento de posse sobre clientes e territórios. Muita coisa mudou nos últimos anos. Os problemas começaram a aparecer nos crescentes custos de vendas. Hoje, contando passagens aéreas, deslocamento em trânsitos caóticos, hotéis, refeições e custo/hora de profissionais especializados, não é difícil chegar a médias entre R$ 300 e R$ 800 por visita. Multiplique isso pelo número de visitas necessário para fechar um negócio corporativo - esta quantidade também cresceu devido à maior complexidade dos produtos e à descentralização das decisões nas empresas - e chegamos à constatação de que o custo de vendas não apenas se multiplicou, mas atingiu limites que só se justificam em condições de vendas bastante particulares. Outros fatores convergiram. A crescente concorrência globalizada e o uso intensivo de tecnologia levou as empresas financeiras a reduzirem substancialmente o ...
A maioria das grandes empresas brasileiras adota sistemas de database marketing e CRM para adquirir conhecimento estratégico a respeito dos clientes e para viabilizar meios para um processo efetivo de relacionamento e atendimento diferenciados. O coração desses sistemas é um banco de dados de marketing, uma ferramenta muitíssimo poderosa de apoio à decisão e de habilitação de campanhas de relacionamento. É onde são acumuladas informações essenciais sobre quem são os clientes, quais são seus ...
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A palavra nem existe em bom português, mas é um conceito importante no Marketing de Relacionamento.
A maioria das grandes empresas brasileiras adota sistemas de database marketing e CRM para adquirir conhecimento estratégico a respeito dos clientes e para viabilizar meios para um processo efetivo de relacionamento e atendimento diferenciados. O coração desses sistemas é um banco de dados de marketing, uma ferramenta muitíssimo poderosa de apoio à decisão e de habilitação de campanhas de relacionamento. É onde são acumuladas informações essenciais sobre quem são os clientes, quais são seus padrões e comportamentos de compra, e seus canais de preferência. É essa rica fonte de conhecimento que apoia as decisões de marketing e disponibiliza bases de dados segmentadas e qualificadas para as ações de aquisição, retenção e desenvolvimento de clientes. Com estes recursos, estas corporações estão gradualmente abandonando sua estratégia histórica baseada exclusivamente na comunicação de massa, para balanceá-la com comunicação dirigida, um a um. A ideia central é clara: clientes não são todos iguais. As decisões de marketing podem ser refinadas com o conhecimento detalhado em bancos de dados. Neste processo, algumas questões desafiam os gestores. Qual é a melhor periodicidade para se realizar cargas de atualização de dados transacionais de clientes, nos databases de marketing? Será importante atualizar o database diariamente? Semanalmente? Mais dados equivalem a Melhor marketing? A resposta prática: na maioria das aplicações, é suficiente fazer ciclos de carga mensais, pelo menos no que se refere a dados de consumo de produtos. Cargas mais frequentes encarecem o processo e são, em geral, desnecessárias. O comportamento passado tende a se repetir, acabando por ser o melhor indicador de comportamento futuro. A razão desta afirmação é que clientes não mudam de comportamento repentinamente - exceto quando ocorrem fatores que provocam mudanças significativas em suas vidas. Algumas destas transições podem alterar significativamente o perfil comportamental de um cliente ou família e, assim, devem ser capturadas tão logo seja possível, pois os dados históricos perdem seu poder de predizer os comportamentos futuros. Um dos sonhos dos profissionais de marketing é identificar corretamente tais transições na vida de seus clientes. Fatos como o nascimento de um filho, o casamento, a graduação, uma mudança de emprego ou mesmo de endereço, provocam alterações na vida das pessoas e levam a novas necessidades, à demanda de novos produtos, e a alterações no seu comportamento histórico de consumo. É evidente que tais mudanças afetam o comportamento frente a ...
A última década foi testemunha de uma grande quantidade de estudos acadêmicos sobre a fidelidade de clientes e sua correlação com a lucratividade. Diversos estudos e a experiência prática mostraram que é muito lucrativo manter os clientes atuais e vender a eles mais produtos. É fácil entender que o valor que cada cliente representa para a empresa aumenta conforme ele compra mais vezes, compra mais de cada vez, ou permanece comprando por mais tempo. Enquanto a retenção é louvada na ...
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A última década foi testemunha de uma grande quantidade de estudos acadêmicos sobre a fidelidade de clientes e sua correlação com a lucratividade. Diversos estudos e a experiência prática mostraram que é muito lucrativo manter os clientes atuais e vender a eles mais produtos. É fácil entender que o valor que cada cliente representa para a empresa aumenta conforme ele compra mais vezes, compra mais de cada vez, ou permanece comprando por mais tempo. Enquanto a retenção é louvada na literatura especializada, no entanto, não há consenso claro a respeito das verdadeiras alavancas da fidelidade. Por que as pessoas escolhem um determinado banco? Um cartão de crédito em lugar de outro? Um supermercado? Uma livraria? Que fatores essenciais geram atratividade e estimulam a longevidade da relação empresa-cliente? Nos últimos anos tive a oportunidade de planejar e implantar dezenas de programas de relacionamento e fidelização. Esta convivência com a intimidade dos projetos de retenção de consumidores permitiu o desenvolvimento de um modelo próprio de análises em "camadas", que organiza e hierarquiza os vários fatores utilizados para a fidelização e incentiva uma ótica mais estratégica e menos imediatista/tática. Este modelo foi batizado internamente de "Matriz de Fidelidade". Consumidores, de forma consciente ou não, escolhem um fornecedor porque enxergam nele um composto de benefícios materiais e emocionais superior ao oferecido pelas melhores alternativas. Cabe às empresas ampliar esta percepção de valores: na medida em que oferecem mais benefícios, também aumentam o envolvimento do cliente, a preferência e a fidelidade. No seu nível mais básico, este agregado de benefícios materiais e emocionais é composto pelos "Ps" básicos do marketing tradicional. Nenhum fornecedor participaria seriamente do hipercompetitivo e globalizado mercado de hoje sem um produto/serviço de qualidades mínimas e sem um preço competitivo. Tampouco se imagina um competidor de expressão que não conte com canais de distribuição e políticas comerciais adequadas. Três importantes observações chamam a atenção já neste primeiro estágio do modelo de fidelidade. Primeiro, estes componentes básicos correspondem primordialmente a atributos materiais, com pequeno apelo emocional; em outras palavras, estes atributos têm maior influência em decisões racionais de compra. Segundo, todos os demais elementos do marketing mix, incluindo comunicações e promoções, irão se apoiar sobre estes componentes essenciais, formando "camadas". Estes esforços adicionais não terão êxito sem uma base ...
Qualquer nova ferramenta de gerenciamento tem sua dose de sedução, mas há algo particularmente atraente nos softwares de relacionamento com clientes, que prometem automatizar e otimizar os sensíveis processos de atrair e reter os clientes mais lucrativos. É aí que reside muito do risco de fracasso das implantações. Alguns dos executivos confiarão que a ferramenta será a solução dos problemas. Outros delegarão o gerenciamento dos clientes à área de informática, aceitando que se trata ...
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Por Rubens Stephan, presidente para a América Latina da Marketdata Global Consulting.
Qualquer nova ferramenta de gerenciamento tem sua dose de sedução, mas há algo particularmente atraente nos softwares de relacionamento com clientes, que prometem automatizar e otimizar os sensíveis processos de atrair e reter os clientes mais lucrativos. É aí que reside muito do risco de fracasso das implantações. Alguns dos executivos confiarão que a ferramenta será a solução dos problemas. Outros delegarão o gerenciamento dos clientes à área de informática, aceitando que se trata basicamente de tecnologia. Outros, ainda, confundirão tecnologia com estratégia comercial, procurando - como se o rabo abanasse o cachorro - adaptar a empresa à ferramenta. Todos reconhecemos que tecnologia é o catalisador que possibilita que os esforços de relacionamento com os clientes sejam mais eficientes e efetivos. Infelizmente, as decisões sobre tecnologia teimam em monopolizar a discussão, deixando outras questões, também fundamentais, em segundo plano. Mesmo a mais sofisticada solução de hardware e software será apenas um primeiro elemento, que precisará ser complementado por recursos humanos e processos. Juntos, esses componentes tornam-se um sistema bem ajustado, que assegura conhecimento estratégico a respeito de clientes e prospects e proporciona meios para um processo efetivo de relacionamento diferenciado. Explorarei o tema de Pessoas oportunamente. Trato hoje, nesta coluna da Cardnews, de alguns dos aspectos ligados a Processos. Sem me concentrar nos processos técnicos (ainda que essenciais, que englobam atividades de importação de dados, limpezas, incorporações e fusões de bases, geração de arquivos para campanhas, segurança da informação e de acesso, back-ups e contingência), quero, sim, destacar a relevância crítica dos processos relacionados ao marketing com databases. Mudança de orientação O marketing apoiado por bancos de dados não é apenas uma solução para problemas táticos. É fácil identificar a necessidade de otimizar a performance do call center, ou reconhecer a importância de tratar listas para uma campanha por mala direta. Mas é bem menos óbvio - e muito mais relevante para a empresa - entender sua utilização no âmbito estratégico. O coração do CRM está na sua habilidade de refocalizar esforços para atender não a mercados de milhares, mas, sim, a milhares de mercados microssegmentados. Organizar os recursos da empresa para satisfazer necessidades diferentes dos melhores clientes individuais tem-se mostrado uma fonte real de vantagem competitiva e de maximização da lucratividade. Ênfase exagerada apenas a ações táticas leva a um ...
O cartão de crédito oferece uma caneta para quem indicar um novo cliente platinum. A academia de ginástica oferece 15 dias grátis para associados que trouxerem novos alunos. A editora oferece uma mala de couro para assinantes que indiquem seus amigos e familiares. Em todas estas situações, a tônica é aproveitar um dos mais eficientes canais de ampliação da carteira: são os programas "cliente indica cliente", estruturados para pedir e, muitas vezes, recompensar, as indicações de prospects ...
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O cartão de crédito oferece uma caneta para quem indicar um novo cliente platinum. A academia de ginástica oferece 15 dias grátis para associados que trouxerem novos alunos. A editora oferece uma mala de couro para assinantes que indiquem seus amigos e familiares. Em todas estas situações, a tônica é aproveitar um dos mais eficientes canais de ampliação da carteira: são os programas "cliente indica cliente", estruturados para pedir e, muitas vezes, recompensar, as indicações de prospects que se tornam novos clientes. Pode haver melhor fonte de bons prospects do que as indicações de um cliente satisfeito? Um prospect indicado por um bom cliente tende a ser altamente qualificado, predisposto a apreciar os produtos e serviços e que apresenta alta probabilidade de se tornar cliente. Tais programas têm um custo de aquisição muito baixo, com alto ROI. Se estes prospects ouviram falar da empresa através de seus amigos ou parentes, eles já trarão consolidada uma impressão positiva da empresa, produto ou serviço. E esse endosso preliminar faz muita diferença. Pense na quantidade de e-mails, websites, anúncios de TV, rádio, jornais, revistas, placas de rua, faixas, avisos, folhetos, com os quais nos confrontamos todos os dias. Todas estas formas, imagens, mensagens, sons e ofertas nos atingem, na maior parte das vezes, sem qualquer filtro através do qual possamos processá-los e selecioná-los. Como uma proteção contra a overdose de ações publicitárias, as recomendações e conselhos de amigos e familiares têm uma grande influência sobre nossas escolhas. São estas pessoas, em quem confiamos e de quem, em última instância, desejamos aprovação, que agem como filtros em nossos processos de análise e seleção de um produto ou uma marca. Estas comunidades informais, com as quais convivemos em nosso dia a dia, incluem pessoas que experimentaram o produto/marca de maneira positiva e que espontaneamente farão a defesa e a argumentação a seu favor. De maneira diametralmente oposta, uma comunidade que desaprove e desaconselha um produto, irá se tornar uma barreira formidável, que dificilmente a propaganda e a promoção tradicionais conseguirão ultrapassar. O processo de indicações funciona porque somos intrinsecamente sinceros em nossas pregações sobre empresas, produtos e marcas aos nossos colegas e familiares. Nenhum de nós jamais recomendaria um filme, um banco, um automóvel ou um restaurante onde nossa experiência de consumo tenha sido ruim. Esta mesma sinceridade atua no sentido inverso: quando incentivados em ações do tipo "cliente indica cliente", consumidores ...