Nos dias 13 e 14 de Julho de 2011 a MarketData participou de um Workshop de Database Marketing na Algar em Uberlândia, treinando as equipes de marketing e comercial das empresas do Grupo. Os principais objetivos desse treinamento foram difundir os conceitos básicos de Database Marketing, alinhar o conhecimento de todos os participantes a respeito dos projetos de DBMs em cada empresa do Grupo e, principalmente, apontar caminhos práticos que incentivem a utilização de recursos de DBM do ...
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Nos dias 13 e 14 de Julho de 2011 a MarketData participou de um Workshop de Database Marketing na Algar em Uberlândia, treinando as equipes de marketing e comercial das empresas do Grupo. Os principais objetivos desse treinamento foram difundir os conceitos básicos de Database Marketing, alinhar o conhecimento de todos os participantes a respeito dos projetos de DBMs em cada empresa do Grupo e, principalmente, apontar caminhos práticos que incentivem a utilização de recursos de DBM do Grupo, gerando mais negócios e resultados para as empresas. Além da participação de executivos da MarketData, como Rubens Stephan (CEO América Latina), Marcelo Sousa (Diretor de Clientes) e André Serviuc (Gerente Executivo de Negócios), e do Coordenador do curso de Marketing Direto da ABEMD, Fabio Adiron, as empresas puderam apresentar seus respectivos cases no assunto e compartilhar seus sucessos com os demais participantes.
Melhorias nas práticas de gestão da cultura comercial, ampliação da inteligência competitiva dos negócios, crescimento de resultados, redução do risco financeiro e entendimento das necessidades dos clientes através da troca de relacionamentos, conseqüente abertura de oportunidades de vendas e sinergia entre as empresas do Grupo. Estes são os objetivos do Grupo Algar com o Clube de Vendas, um fórum de cooperação composto pelos consultores de vendas de suas empresas e que prevê, ainda, o ...
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Melhorias nas práticas de gestão da cultura comercial, ampliação da inteligência competitiva dos negócios, crescimento de resultados, redução do risco financeiro e entendimento das necessidades dos clientes através da troca de relacionamentos, conseqüente abertura de oportunidades de vendas e sinergia entre as empresas do Grupo. Estes são os objetivos do Grupo Algar com o Clube de Vendas, um fórum de cooperação composto pelos consultores de vendas de suas empresas e que prevê, ainda, o atendimento ao cliente, a capacitação profissional e a geração de novos negócios por meio da mudança de visão comercial e integração corporativa. O Clube é monitorado por líderes (associados das empresas Algar) presentes em Belo Horizonte, Uberlândia, São Paulo e Ribeirão Preto que se reúnem, mensalmente, para o planejamento de ações e alinhamento de estratégias para estimular novas oportunidades nestes clientes. A iniciativa, que foi inspirada no case da empresa Accor, começou em 2007 e já colhe excelentes frutos. Com estes resultados, o Grupo Algar percebeu que está no caminho certo com a integração comercial de suas empresas. Antes do Clube de Vendas os negócios eram fechados por empresa, mas nem sempre entregando a solução mais completa ao cliente que acabava procurando no mercado um complemento. Agora, as empresas Algar se reúnem para avaliar a necessidade deste cliente e desenhar a melhor opção para ele, num modelo praticamente personalizado / customizado. Com isso, clientes também ganham, pois a missão do Clube é promover seu espírito empreendedor, ampliando sua performance e seus resultados de negócio. Com a parceria existente entre MarketData e Grupo Algar desde 2007, toda essa estrutura do Clube de Vendas é suportada por um database único que consolida as informações dos clientes de cada empresa do Grupo e permite o desenvolvimento de estratégias customizadas de database marketing com o principal objetivo de alavancar novas vendas, buscando a rentabilização e a fidelização dos clientes.
Siga as orientações da GVT abaixo e proteja-se de golpes na internet: Desconfie de e-mails com mensagens qie trazem arquivos anexos ou executáveis, evitando fornecer dados pessoais ou clicar sobre links suspeitos. Delete imediatamente o e-mail do seu computador. Cuidado com e-mails falsos. Na dúvida, nunca abra anexos de e-mails vindos de desconhecidos ou mesmo de conhecidos mas com texto suspeito. Jamais digite códigos ou forneça dados pessoais e senhas. Não acredite em mensagens ...
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Siga as orientações da GVT abaixo e proteja-se de golpes na internet: Desconfie de e-mails com mensagens qie trazem arquivos anexos ou executáveis, evitando fornecer dados pessoais ou clicar sobre links suspeitos. Delete imediatamente o e-mail do seu computador. Cuidado com e-mails falsos. Na dúvida, nunca abra anexos de e-mails vindos de desconhecidos ou mesmo de conhecidos mas com texto suspeito. Jamais digite códigos ou forneça dados pessoais e senhas. Não acredite em mensagens solicitando senhas, números de cartões de crédito ou documentos (CPF ou RG), ou que oferecem prêmios em dinheiro mediante condições como: compra de cartões pré-pagos, depósitos em dinheiro ou outras exigências. Não forneça, em hipótese alguma, seus dados via e-mail. Nunca informe o seu login e senha para qualquer pessoa ou para qualquer pedido de cadastramento ou recadastramento. Lembre-se: você é o responsável pelo seu login e senha. Troque periodicamente a sua senha. Recomendamos a troca a cada 90 dias. Evite senhas comuns como datas de nascimento, placa de carro, sequências numéricas. Dê preferência a senhas que misturem letras e números. Verifique se o seu computador possui um programa de antivírus, com atualização automática, para protegê-lo. Programas de Firewall pessoal e anti-spam também são importantes, já que evitam acessos não autorizados e impedem conteúdos indesejados de e-mails. Não revele informações importantes sobre você em serviços de bate-papo (chat), nas redes sociais ou em qualquer serviço onde um desconhecido possa acessar suas informações.
Conforme notícia veiculada no Brasil Econômico (14/04/2011), pela primeira vez desde 2008, a Brasilprev atingiu a liderança do mercado em arrecadação. A Brasilprev mantém o histórico de crescimento acima da média do mercado, conforme demonstram seus resultados do primeiro trimestre de 2011: em ativos sob gestão registrou evolução de 38,9% frente a 21,8% do mercado e em arrecadação total, cresceu 62,6% frente a 16,6%. O diretor de Planejamento e Controle da companhia, Alejandro Elizondo ...
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Conforme notícia veiculada no Brasil Econômico (14/04/2011), pela primeira vez desde 2008, a Brasilprev atingiu a liderança do mercado em arrecadação. A Brasilprev mantém o histórico de crescimento acima da média do mercado, conforme demonstram seus resultados do primeiro trimestre de 2011: em ativos sob gestão registrou evolução de 38,9% frente a 21,8% do mercado e em arrecadação total, cresceu 62,6% frente a 16,6%. O diretor de Planejamento e Controle da companhia, Alejandro Elizondo Rodríguez, comenta os resultados. "A Brasilprev obteve o maior crescimento em arrecadação PGBL e VGBL no acumulado do ano: 65,5% frente a 19,2% do mercado, impulsionado principalmente pela modalidade VGBL". O executivo revela ainda que a companhia ocupa a posição de liderança do mercado vivo em arrecadação no acumulado do ano, com 28,2% de market share, por conta do bom desempenho em ambas modalidades. Tanto no PGBL como no VGBL, ocupa a posição de liderança em arrecadação com 25% e 29,2% de market share, respectivamente. Quais fatores contribuíram? Segundo Sérgio Rosa, presidente da companhia, a BrasilPrev conta com a força de vendas do Banco do Brasil para atrair um número maior de clientes. Além disso, a população brasileira está entendendo os planos de previdência privada como produtos que ajudam na formação de uma poupança de longo prazo. A Marketdata orgulha-se de também contribuir para estes resultados. Oferecemos serviços de Database Marketing para a BrasilPrev desde agosto de 2006. A recente implantação de um Gerenciador de Campanhas foi fundamental para proporcionar rapidez e economia sem precedentes na gestão dos relacionamentos com clientes da empresa.
A Algar Telecom e a Algar Mídia, empresas do Grupo Algar, foram reconhecidas como "Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil", durante premiação realizada em São Paulo pela revista Época em parceria com a consultoria Great Place to Work. Além de premiar as 100 melhores, entre as grandes empresas e multinacionais, neste ano foram destacadas, pela primeira vez, as 30 melhores empresas entre as pequenas e médias (com até 999 funcionários). A Algar Telecom alcançou a 37ª posição dentre as ...
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A Algar Telecom e a Algar Mídia, empresas do Grupo Algar, foram reconhecidas como "Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil", durante premiação realizada em São Paulo pela revista Época em parceria com a consultoria Great Place to Work. Além de premiar as 100 melhores, entre as grandes empresas e multinacionais, neste ano foram destacadas, pela primeira vez, as 30 melhores empresas entre as pequenas e médias (com até 999 funcionários). A Algar Telecom alcançou a 37ª posição dentre as 100 melhores empresas que atuam em território nacional. A Algar Mídia, também premiada na noite, conquistou a 23ª posição entre as 30 pequenas e médias. As empresas vencedoras foram as escolhidas entre um total de 923 inscritas. O processo de seleção envolveu a análise de questionários preenchidos por 1,4 milhão de funcionários, além de visitas às empresas concorrentes. Este reconhecimento reforça o comprometimento do Grupo Algar na busca pela satisfação dos seus associados e confirma a prática da visão usada no atendimento aos clientes: Gente servindo Gente. A Marketdata orgulha-se de prestar serviços de Database Marketing para empresas do Grupo Algar desde 2007.
A Marketdata celebrou acordo com uma das líderes nacionais no processamento de cartões voltados para o varejo, que atualmente, processa produtos de alta especialização para instituições financeiras e varejistas, voltados tanto para baixa quanto para alta renda. Dentre os segmentos que serão atendidos, destacam-se empresas de atacado, financeiras, lojas de departamento, lojas de calçados, supermercados e farmácias. Conforme explica Wesley Ruiz, Gerente Executivo de Negócios da MarketData à ...
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A Marketdata celebrou acordo com uma das líderes nacionais no processamento de cartões voltados para o varejo, que atualmente, processa produtos de alta especialização para instituições financeiras e varejistas, voltados tanto para baixa quanto para alta renda. Dentre os segmentos que serão atendidos, destacam-se empresas de atacado, financeiras, lojas de departamento, lojas de calçados, supermercados e farmácias. Conforme explica Wesley Ruiz, Gerente Executivo de Negócios da MarketData à frente deste projeto, a parceria entre empresas líderes em cada segmento tem por objetivo agregar valor com pacotes de serviços exclusivos, com garantia de entrega em tempo e custos muito mais competitivos. Desta forma, no primeiro momento, os pacotes propostos pela MarketData incluirão a criação de um DBM central com informações cadastrais e transacionais, e a implantação do gerenciador de campanhas e portal analítico. Em seguida, estes serviços serão enriquecidos com o desenvolvimento de modelos estatísticos e programas de fidelidade.
Uma grande Rede de Lojas, com mais de 12 milhões de consumidores cadastrados, elegeu três grandes objetivos para seu projeto com a MarketData:  Criar e acompanhar seus KPIs (indicadores críticos de desempenho) mensais, anuais, consolidados e/ou comparativos. Esta demanda exigiu suporte na definição de estratégias e ações através do acompanhamento do desempenho e evolução dos principais indicadores.  Analisar o comportamento e características dos clientes sob diversos ângulos. Este ...
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Uma grande Rede de Lojas, com mais de 12 milhões de consumidores cadastrados, elegeu três grandes objetivos para seu projeto com a MarketData:  Criar e acompanhar seus KPIs (indicadores críticos de desempenho) mensais, anuais, consolidados e/ou comparativos. Esta demanda exigiu suporte na definição de estratégias e ações através do acompanhamento do desempenho e evolução dos principais indicadores.  Analisar o comportamento e características dos clientes sob diversos ângulos. Este objetivo demandou a construção de um banco de dados e de recursos avançados de B.I. com flexibilidade e autonomia para cruzamento de diversas variáveis na "visão do cliente", atendendo a maioria das necessidades de análises ad-hoc.  Gerar bases de dados (segmentos) de clientes, criar e acompanhar ações de mala direta, telemarketing, e-mail e/ou SMS, seguindo uma "régua" de contatos estruturada. Esta demanda exigiu o desenvolvimento de um Gerenciador de Campanhas e demandou um processo de gestão de mudança dos processos de marketing. A análise dos resultados exigiu medições e acompanhamento dos resultados de centenas de ações de relacionamento. Resultados obtidos:  Este modelo de trabalho proporcionou ganhos consistentes, com excelente performance. A resposta de vendas, para alguns segmentos pré-definidos, foi até 3x superior à dos grupos não-selecionados.  Clientes identificados como propensos compraram ainda mais, quando estimulados/abordados pelas ações de marketing direto. O esforço de campanhas estruturadas proporcionou um ROI médio de mais de 7 vezes o investimento. Você precisa conhecer nossa experiência no setor de Varejo, que se traduz por resultados comprovados.
Esta Editora possuia uma base com mais de 40 milhões de registros (Clientes e Prospects) utilizados para realizar diversas ações de Marketing Direto. Devido ao grande volume de demandas que era exigido da área de DBM própria da empresa, os responsáveis enfrentavam dificuldades de gerenciar as diversas solicitações das áreas de Assinaturas, o que implicava no não aproveitamento das possibilidades desse poderoso banco de informações. Para propiciar maior agilidade, rapidez e precisão na ...
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Case Premiado ABEMD - Ouro.
Esta Editora possuia uma base com mais de 40 milhões de registros (Clientes e Prospects) utilizados para realizar diversas ações de Marketing Direto. Devido ao grande volume de demandas que era exigido da área de DBM própria da empresa, os responsáveis enfrentavam dificuldades de gerenciar as diversas solicitações das áreas de Assinaturas, o que implicava no não aproveitamento das possibilidades desse poderoso banco de informações. Para propiciar maior agilidade, rapidez e precisão na geração de mailings para campanhas, a MarketData G2 desenvolveu uma ferramenta em linguagem Java sobre o banco de dados SQL batizada de Gerenciador de Campanhas, que automatizou as seleções e extrações de públicos distintos para os mais diversos tipos de aplicações. Além de proporcionar maior controle sobre o público abordado, a ferramenta da MarketData G2 ainda possibilitou o cálculo automático do retorno das centenas de campanhas geradas e a segmentação de grupos de controle para comparação dos resultados obtidos. Resultados alcançados  Aumento da capacidade de geração de ações, passando de uma média mensal de 40 para centenas de extrações mensais, com redução expressiva do tempo médio, que caiu de mais de uma semana para 4 horas.  Redução significativa do custo médio por campanha.  Realização de campanhas muito mais sofisticadas, abordando públicos mais segmentados e com maior propensão.  Gestão da carteira, permitindo ações encadeadas em cada etapa do ciclo de vida de cada cliente.  Incomparável agilidade na mensuração dos resultados, contribuindo para um ambiente de aprendizado e de melhoras contínuas.
Empresa líder no mercado de telecomunicações na região onde atua -- que oferece telefonia fixa e de longa distância nacional e internacional, celular, internet banda larga, comunicação de dados e TV por assinatura -- viu nos últimos anos crescer a saturação entre seus potenciais clientes para captação nas regiões em que atua. Ao mesmo tempo, a concorrência passou a atuar mais fortemente. A MarketData estruturou estratégias de blindagem e rentabilização dos clientes em quatro ...
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Empresa líder no mercado de telecomunicações na região onde atua -- que oferece telefonia fixa e de longa distância nacional e internacional, celular, internet banda larga, comunicação de dados e TV por assinatura -- viu nos últimos anos crescer a saturação entre seus potenciais clientes para captação nas regiões em que atua. Ao mesmo tempo, a concorrência passou a atuar mais fortemente. A MarketData estruturou estratégias de blindagem e rentabilização dos clientes em quatro frentes: Babysitting -- abordagem de clientes novos ou que adquiriam novos produtos nos primeiros 4 meses, com os objetivos de fidelizar, verificar a satisfação, atualizar cadastro, adequar planos, rentabilizar, e estreitar a relação entre o cliente e a Empresa. Fidelização -- prevenção do cancelamento de clientes de alto valor, garantindo sua receita. Periodicamente, os clientes de alto valor e com propensão ao churn, são contatados e recebem ofertas pontuais sob-medida. Migração -- adequação do plano, garantindo uma receita mensal e uma maior longevidade do cliente na base. Reconquista -- clientes que recém cancelaram são encaminhados para uma "ilha de reconquista" visando a reversão dos cancelamentos. Essa equipe efetua o contato ativo em até 18 horas, para recuperar os clientes com ofertas personalizadas. Estas 4 ações ocorrem coordenadamente e são automatizadas através de uma "fábrica de campanhas", que estrutura extrações sistemáticas de seleções do banco de dados, de acordo com regras pré-estabelecidas (periodicidade, perfil dos abordados, quarentena, layout dos arquivos, grupo de controle, etc.), disponibiliza os arquivos, acompanha as ações e analisa os resultados. Em um ano de projeto os resultados contabilizaram :  Mais de 3 mil clientes reconquistados, com altíssima média de conversão de 48%.  7 mil clientes fidelizados, com 98% deles permanecendo ativos por pelo menos os 12 meses.  Mais de 8 mil contratos migrados para novas categorias, 34% do público contatado.  14 mil contatos feitos através da ação de babysitting, na qual 94% dos clientes abordados se mostraram satisfeitos com o produto e com a empresa.  Margem líquida acumulada do projeto superior a R$ 4 milhões.
DBM depende de informações cadastrais, demográficas e comportamentais. Se elas são incompletas ou ruins, não há como se obter conhecimento preciso, nem há como otimizar campanhas de relacionamento um a um. Arquivos eletrônicos chegam de diferentes origens e sistemas, capturados em processos com variados níveis de qualidade, com formatações diferentes, definições conflitantes para cada campo de dados, duplicidades, campos não preenchidos e toda uma coleção de inconsistências. Nomes, ...
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DBM depende de informações cadastrais, demográficas e comportamentais. Se elas são incompletas ou ruins, não há como se obter conhecimento preciso, nem há como otimizar campanhas de relacionamento um a um. Arquivos eletrônicos chegam de diferentes origens e sistemas, capturados em processos com variados níveis de qualidade, com formatações diferentes, definições conflitantes para cada campo de dados, duplicidades, campos não preenchidos e toda uma coleção de inconsistências. Nomes, normalmente, não são únicos. E nomes, quando pronunciados, escritos, transmitidos por telefone e digitados em um computador, são sujeitos a uma dose considerável de variações, abreviações e erros. Dados numéricos como idades, datas de contrato ou de nascimento, códigos de identificação e números de identidade são todos sujeitos a erros e variações. Informações como endereço, telefone, e-mail, profissão e cargo, são perecíveis e mudam as taxas surpreendentes. Muitas vezes comemoramos um retorno de, digamos, 4% em uma ação de vendas por marketing direto. Será que 4% de resposta é bom? Isso significa que 96% não compraram... Simulação: pense no custo direto da falta de qualidade dos dados  Uma empresa faz ações mensais de aquisição de novos clientes via marketing direto, fazendo contatos por telefone com 100.000 prospects por mês, de várias listas.  Os contatos custam, em média, R$ 1,50/contato.  Custo estimado das ações: 100.000 unidades x R$ 1,50 custo = R$ 150.000/mês.  Imagine neste exemplo se 20% dos registros forem ruins, incompletos, duplicados: 20% registros ruins x 100.000 unidades x R$ 1,50 custo = R$ 30.000/mês.  Este desperdício é um dos custos diretos da falta de qualidade dos dados. Continue nesta mesma simulação: pense no custo direto da falta de qualidade dos dados, visto agora sob a ótica de perda de receita  No mesmo exemplo acima, na mesma empresa, imagine que o resultado típico de vendas via marketing direto seja de 2% de aquisição de novos clientes. Imagine também que novos clientes conquistados gerem uma receita anual média de R$ 500. No primeiro momento, os novos clientes adquiridos nesta ação representam: R$ 500 receita de novos clientes x 80.000 quantidade de prospects descontados os 20% com registros ruins x 2% de sucesso de vendas = R$ 800.000/ano.  O mesmo esforço de marketing, com o mesmo custo (todas as demais variáveis mantidas constantes), mas supondo que 100% dos dados fossem de qualidade, poderia gerar muitas vendas adicionais.  Vendas adicionais: 20.000 prospects que haviam sido desperdiçados x 2% de sucesso de ...
A tendência de se realizar todas as funções de database marketing internamente, com recursos e pessoal próprio, tem concedido, na última década, espaço para a alternativa de se buscar um prestador de serviços especialista externo. O próprio conceito do que é terceirização (ou outsourcing) de operações e de tecnologia já antecipa a razão pela qual várias empresas têm optado por esta modalidade: trata-se de um acordo contratual entre uma área usuária e um provedor especialista para alcançar ...
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Por Rubens Stephan, presidente da Marketdata Solutions para a América Latina.
A tendência de se realizar todas as funções de database marketing internamente, com recursos e pessoal próprio, tem concedido, na última década, espaço para a alternativa de se buscar um prestador de serviços especialista externo. O próprio conceito do que é terceirização (ou outsourcing) de operações e de tecnologia já antecipa a razão pela qual várias empresas têm optado por esta modalidade: trata-se de um acordo contratual entre uma área usuária e um provedor especialista para alcançar ganhos de custo e de eficiência na realização destas funções. Não há, por princípio, sentido em considerar terceiros se não houver ganhos à vista, seja de qualidade de serviços, rapidez de implantação, ou custo. A decisão de terceirizar ou não a gestão do projeto de marketing com bancos de dados deve, antes de mais nada, considerar a cultura corporativa e a habilidade dos profissionais de marketing e de sistemas diretamente envolvidos em controlar todo o processo. Algumas perguntas devem ser respondidas no início desta discussão: "Quem vai criar, atualizar, manter e gerenciar o banco de dados? Qual a dedicação e a experiência desta equipe? Qual o grau de prioridade deste projeto? Quem e como oferecerá o acesso aos dados que apontarão os melhores clientes e prospects? Qual é o cronograma de implantação? Quem atenderá melhor às necessidades do Marketing de Relacionamento, que mudam a cada dia?". Não há respostas certas ou erradas, há apenas decisões certas ou erradas. Tendo convivido com esse assunto há duas décadas, acabei listando sete fatores relevantes (que apresento a seguir), que, se ponderados adequadamente, apontarão para um ou outro caminho. - Foco nas competências core da empresa - Sem dúvida, essa tem sido há anos a principal bandeira a favor da terceirização das operações, uma vez que ela permite à empresa usuária a exploração dos benefícios analíticos e operacionais dos bancos de dados de marketing, ao mesmo tempo em que preserva a dedicação dos recursos internos ao seu core business. Projetos considerados "não essenciais" ("non-core") levam a dispersões de esforços ou acabam por forçar concessões na abrangência do projeto, nos prazos ou na sua performance, que não seriam necessários se a empresa optasse por trabalhar com fornecedores externos. - Preocupações com segurança e privacidade dos dados - Em contraposição ao fator anterior, esta é sempre a primeira argumentação a favor da internação do projeto. Se aceito como uma alternativa, o outsourcing não pode significar relaxamento dos padrões de segurança e privacidade. Ao considerar a ...
Ao usar o cartão, sacar no autoatendimento, emitir cheques, fazer aplicações financeiras ou realizar pagamentos via web, um cliente ensina muito sobre suas necessidades, preferências e costumes. Produtos consumidos, frequência de transações, visitas à agência, chamadas ao call center, formas de pagamento, sensibilidade a promoções e outras informações mostram que clientes não são todos iguais. Bancos, seguradoras, financeiras e empresas de cartões de crédito reconheceram cedo a importância ...
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Por Rubens Stephan, presidente para a América Latina da Marketdata Global Consulting.
Ao usar o cartão, sacar no autoatendimento, emitir cheques, fazer aplicações financeiras ou realizar pagamentos via web, um cliente ensina muito sobre suas necessidades, preferências e costumes. Produtos consumidos, frequência de transações, visitas à agência, chamadas ao call center, formas de pagamento, sensibilidade a promoções e outras informações mostram que clientes não são todos iguais. Bancos, seguradoras, financeiras e empresas de cartões de crédito reconheceram cedo a importância de adotar sistemas de bancos de dados de marketing, para reconhecer estas diferenças e para ajustar as ofertas e comunicações dirigidas. Não há segredo: a lucratividade está diretamente relacionada ao conhecimento sobre os clientes. Os ganhos são mútuos: os clientes também se beneficiam do nível de serviços superior, mais adequado às suas necessidades e mais personalizado - em uma palavra, relevante. Conceitualmente, várias forças convergem rumo ao marketing um a um. Mas a migração do historicamente predominante marketing de massa para a nova era de relacionamento também apresenta alguns contratempos. Alguns clientes - especialmente aqueles mais valiosos, portanto mais procurados - já começam a demonstrar "fadiga" decorrente das incontáveis iniciativas de coleta de dados, tentativas de estabelecimentos de relacionamentos, às vezes sem pertinência, e abordagens vindas de todas as direções por mala direta, e-mail e telemarketing. Dois complicadores neste cenário merecem destaque. O primeiro é o alarmante crescimento do spam na internet. Estas inundações de mensagens não diferenciadas são "empurradas" para pessoas que, se tivessem a opção, prefeririam não recebê-las. A maior parte dos spams é de propaganda comercial, muitas vezes de produtos duvidosos e de esquemas "fique rico hoje à tarde". Spams custam pouquíssimo para enviar - a maior parte dos custos é paga pelos provedores ou pelos destinatários. Somente nos EUA, estima-se que circulam por ano trilhões de e-mails, dos quais aproximadamente ¾ são spams. Desperdiçamos horas deletando lixo não solicitado ou, se usamos algum software anti-spam, sofremos com o medo de que mensagens importantes sejam barradas por engano. Por outro lado, cresce o roubo de identidade na internet. Chegamos, mundialmente, a um ponto em que entidades de defesa do consumidor e políticos passaram a discutir a necessidade e a efetividade de legislação para restringir as práticas mais invasivas de marketing direto. Para surpresa de muitos - minha inclusive - os EUA, tradicionalmente defensores da autorregulamentação, ...